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Informações
Série

Arthur: Força Elemental

Episódio

Em Busca da Verdade

Estreia

13 de Setembro de 2013

Duração

29 (minutos)

Dirigido por

Artuaii

Escrito por

Artuaii

Anterior

Satisfação

Próximo

Esperança Utópica

Discussão

Em Busca da Verdade é o sextégimo quarto episódio de Arthur: Força Elemental e o quarto episódio da terceira temporada (Fight for Survival). Este episódio teve sua estreia no dia 13 de Setembro de 2013.

Sinopse Editar

Levando em conta seu atentado no episódio anterior, Arthur decide mergulhar no caso Monomachíe para entender melhor sobre a missão "de paz" deles na Terra, e tudo começa onde a equipe de Apoio sumiu, no Alaska. Desde então Arthur trabalha e se envolve cada vez no caso e descobre mais coisas sobre os aliens, o que ele não sabe é que quanto mais ele sabe sobre os alienígenas, mais sua morte é cobiçada por eles.

Enredo Editar

Califórnia - 16 de Janeiro de 2016 - 21:30 Editar

O episódio começa em uma cena de luta entre Multi-Homem e Rockstar no ponto de armazéns apresentado no episódio anterior; Multi-Homem aparenta estar ganhando a briga e Rockstar cai inconformado e pergunta o porquê que o "herói" estava tentando derrubá-lo sendo que há tantos outros criminosos no mundo e após uma resposta sarcástica o vilão oferece dinheiro para manter o que aconteceu em sigilo e Multi-Homem diz que não quer dinheiro e assim ele derrota o marginal e com isso a guangue do mesmo de apavora e foge e o rapaz olha sorridente para o armazém de maiores tecnologias.

Torre da Equipe - 17 de Janeiro de 2016 - 13:10 Editar

Em um novo dia na torre da equipe, estão Xalata e Arthur conversando entre si e um holograma de Luciano que pede alguma novidade quanto ao caso e Arthur mais uma vez diz que nada, e então Luciano desliga. Xalata diz estar cansado de falar do caso e Arthur diz que eles tem que ficar atentos e pensa sozinho na esperança de ligar um fato a outro e nada. O que sabiam era que os Monomachíes querem invadir a Terra ou comandá-la, e estão tentando se fazer de benfeitores para fazer isto. Eles também sabiam que eles sabiam algo mais do que falavam, mas o que era ainda era um mistério; Xalata diz que não iria adiantar ficar "teclando na mesma tecla" e que já estava na hora de tomar uma nova postura e o herói concorda, e passa um novo tópico para ser estudado: o desaparecimento da equipe de Apoio. Xalata diz que os pais dos entes perdidos estão revoltados com a equipe e querem respostas e Arthur diz que segundo Luciano e os 12 heróins, a situação deles é um completo mistério sendo que nada de suspeito no Alaska foi encontrado e o Anodita diz que eles foram aferriguar sobre a suposta morte de um pescador e diz que possivelmente foram devorados por algum urso, algo que o líder da equipe não acredita. Xalata diz que não sente a essência deles por perto e que isso respalda a chance deles terem morrido e Arthur se arrepende de ter os mandado para tal missão. De repente Caio entra na sala e os chama para verem algo no televisor; indo até lá, lá estava Will Arenga na nação Arenga...

Nação Arenga Editar

Will conta que Dyrand Statheróti̱ acabou de marcar uma reúnião importante com Barack Obama, o presidente atual dos Estados Unidos, no intuito de começar relações com as forças do planeta. Will diz que está contente com os benfeitores e ao contrário do que pensava, alienígenas poderiam sim ser benéficos ao equilibrio do planeta e que o problema era na realidade o "hipócrita" Arthur, que enganava a nação com seu título "mal-colocado", mas ele fica feliz que a "máscara do fajudo caiu" e passa a direção do programa para outro departamento.

Torre da Equipe Editar

...assim o televisor é desligado. Arthur não acredita que todo o mundo crêe que ele havia se revelado contra o planeta que protegia sem explicações e começado a atacar o mesmo e Xalata diz que os Monomachíes estariam com certeza tentando deshonrar seu nome e descredibilizar sua palavra já que Arthur era o único que se opos ao ataque e assim o herói concorda, e diz que então os alienígenas se sentem ameaçados com o herói e diz que poderia tirar um profeito da situação; Xalata concorda e pergunta se Arthur tem um plano em mente e ele diz que ainda não, mas irá trabalhar nisto.

Nave de Exploração Monomachíe - 17 de Janeiro de 2016 - 14:35 Editar

Na nave Monomachíe, Dyrand Statheróti̱ estava animado com os resultados da missão, e ao mesmo tempo conversando com Eletrono pelos "computadores" da nave. Dyrand dizia que seu plano de degradação da imagem de Arthur estava indo bem e Eletrono se impresiona com tal, dizendo que já até havia pensado no plano, mas nunca teve uma chance de pô-lo em prática. O Monomachíe diz que sabe lidar com pequenos problemas, mas diz que no caso teve um custo, algo que não chama a atenção de Eletrono que diz que pelo menos a ameaça estava apagada e ainda pergunta qual seria o próximo passo dos Monomachíes quanto à difamação de Arthur e instação nas forças terráquias e modesto Dyrand diz que iria trabalhar por partes começando com uma relação de amizade entre importantes e depois prosseguindo para participações internas e quanto à Arthur ele apenas planeja quebrar sua palavra ao ponto de não ter mais nenhum valor, já que o mesmo sabe um pouco sobre os Monomachíes e sua última ação acabou revelando um pouco mais sobre seu desejo de calá-lo. Eletrono se preocupa se Arthur irá ou não agir de alguma forma para contornar a situação e torná-la a seu favor e Dyrand diz que não, pois sabe agir bem quanto aos seus casos. Partindo para outro tópico, Dyrand pergunta se os outros pontos para começar a instalação de tropas ocultas no planeta estavam prontos e carregados e então se revela que já estava sendo feito o possível. Eletrono aproveita para dizer que tem muita experiência em produção e refinação de energia pura, principalmente por ser sua fonte de alimentação e Dyrand pergunta a respeito da moeda local, perguntando qual era e qual medida era; Eletrono estranha a pergunta e Dyrand então revela que fez um acordo com Will Arenga de lealdade em troca da quantia de 5 bilhões de dólares por seu serviço, e como não conhece ou tem os valores terráquios ele precisaria da ajuda de Eletrono na forma de empréstimo. Eletrono se assusta e se enfurece dizendo claramente que a quantia por uma simples lealdade era absurda e questiona os métodos de Dyrand e o alienígena retruca que "a liberdade é a que prende um homem, e se ele não desse a liberdade da quantia à Will ele não se sujeitaria ao serviço". Eletrono diz que não tem 5 bilhões de dólares, e que seus roubos são em forma de patrimônios que não davam este total e então ele diz que consegueria o dinheiro para passar para o ângora, mas queria três coisas: "sucesso da missão, lealdade do alienígena com a Associação e a mesma quantia em dobro". Dyrand diz que não tem relações e nem o como de conseguir tal dinheiro, embora diz que se quissesse conseguiria e após uma rápida discussão eis que um acordo é firmado. O dinheiro em cerca de 10 dias terráquios seria passado para o Monomachíe e o mesmo teria até 30 dias para devolver em dobro.

Desligando o monitor, Dyrand abre uma pesquisa sobre o dólar e como conseguí-lo e então começa a pensar se Eletrono seria uma fonte confiável, já que o mesmo parece não confiar muito na missão.

Ponto 39 - 17 de Janeiro de 2016 - 15:10 Editar

Sozinho em sua "fortalesa", Elrtrono caminha impaciente pelas suas "ruas" e observando suas construções e bravo com a missão que foi jogada sobre seus ombros. Conseguir 5 bilhões de dólares era algo difícil e em um só roubo ele sabia que não conseguiria tal quantia, tinha que ser em roubos menores. Ele até pensa em cogitar à seu associado, Gênio do Mal, para conseguir a quantia, mas seria algo muito díficil. Ele até questiona se a lealdade de Will seria importante, mas uma vez solicitada ele percebe que não poderia voltar atrás. Um pouco animado ele nota que pelo menos os aliens estavam conseguindo alguma coisa e chegando em uma área onde a energia cinética e potencial estava sendo convertida em eletricidade que se tornava a mais pura energia ele é cercado por seus robôs que monitoram e trabalham para que tal coisa acontecesse. Ele chega um computador e o acessa para ver o quanto ele já conseguiu em bens para ter uma melhor noção de valores, e o total não pode ser medido e assim o computador é destruído. Eletrono sai do local enfurecido e nisso pode-se ver um homem olhando o acontecido e óculos escuros e seriamente anotando o que viu e desaparecendo nas sombras.

Torre da Equipe - 17 de Janeiro de 2016 - 18:26 Editar

Em seu quarto em sua torre está Arthur pensativo e sério, e pensando em tudo o que ocorreu nos últimos meses e precisamente no que ouviu em momentos em coma. Tudo o que lhe foi dito pareceu não ajudá-lo a solicionar o mistério, pois tudo parecia tão claro e tão escuro ao mesmo tempo, e quando Arthur vai em direção aos registros dá de cara com o último membro inscrito para equipe, Becca Rasvaker, e se lembra da equipe de apoio e automáticamente do sumisso dos cinco membros; ali parecia o começo de novos planos. Animado Arthur vai até o elevador e checa até a ala particular da equipe, que estava sem ninguém no momento. Ele vai até a sala particular de Xalata e ao ser recebido passa as novas ideias, dizendo que pensar no caso Monomachíe no momento seria uma perda de tempo e que ele deveria se encarregar de outros assuntos pendentes, Xalata pergunta qual seria o assunto que o herói tem em mente e assim é dito que é sobre a equipe de apoio e seu desaparecimento, assunto recebido com uma contrariação (pois os cinco poderiam estar mortos). Arthur diz que ele teria que ver com os próprios olhos tal situação e ordena ao amigo que passe a ele as coordenadas exatas de onde os cinco foram mandados e mesmo com outro alerta de que a missão dada seria inútil, é dadas as coordenadas e assim é programada uma nova missão para o herói.

Assim sendo, Arthur parte para uma seção de treinamento e em poucos minutos o herói veste seu traje de ação e posiciona-se ao teleportador e digitando as coordenadas, é mandado para o Alaska.

Alaska - 17 de Janeiro de 2016 - 22:14 Editar

Em um clima desértico e ao mesmo tempo gelado em uma tempestade de neve fria, Arthur é mandado e o portal que o mandou é fechado. O cenário era péssimo e confiante Arthur andava sem direção sob a tempestade, até que enfim consegue controlá-la e diminuí-la e aciona seu Superomnitrix para mapear o local e nenhum corpo Homo sapien é localizado, mesmo assim ele decide ir esperançoso e tenta pensar onde a equipe poderia ter ido, quais pensamentos poderiam terem tido, e tudo o que resulta é em apenas caminhar para frente. Caminhando pela neve ele vê que achar os cinco seria como achar uma agulha em um palheiro, até que o artefato identifica uma construção próxima com níveis superiores de energia, sendo que poderia ser o Omnitrix de Danny e então o herói parte para lá. Checando lá, Arthur sede o controle da tempestade à natureza que volta a ficar selvagem e naquela situação ele pensa que seria inútil ele procurar e pensa em voltar, até que percebe aonde estava, um lugar secreto abandonado. Curioso, Arthur se aventura dentro da enorme base e nota alguns condutores instalados e o porquê deles estarem lá era óbvio, uma fonte de energia estava naquele local; poderia ser uma base encontrada ao acaso, ou um forte construído pelos cinco, estas foram as especulações que Arthur teve no lugar, mas nos dois casos ainda continham um mistério. Andando com certo frio, ele encontra um interruptor e liga a luz naquele lugar e encontra uma cena de luta lá, com marcas de queimadura identificadas pela experiencia do herói como de energia estrelar (Astrodáctil), e então os heróis estiveram ali. Ele então mantém contato com Xalata que responde e a primeira pergunta é se o herói estava morrendo de frio e ele diz que achou um lugar onde houve sinais de energia estrelar, e então é notado que poderia ser de um dos alienígenas do Omnitrix de Danny e então o Anodita dá a sugestão de mapear o local, algo que Arthur já fez e deu que nenhum corpo estava próximo, mas ele encontrou uma base secreta abandonada e então Xalata pergunta se ele tinha cara de estar abandonada há muito tempo e o herói diz que não, e então uma ideia é passa, que os cinco foram sequestrados pelo antigo dono da base. Arthur se assusta com a ideia e acaba concordando, mas mesmo assim esperançoso ele desliga e explora um pouco mais a inativa base e nada de estranho aparece. De repente, ele entra em um corredor de armas movidas a mais pura energia elétrica, e então sem sombra de dúvidas o dono do lugar era Eletrono, pois tais armas eram um custume do vilão; a teoria anda se respalda quando ele vê restos de Disóides espalhados pelo local. Como o frio era imenso, o herói não pensa duas vezes em sair do local e usa seu teportador para voltar e antes guarda as coordenadas de onde estava, mas uma câmara o observava com cuidado.

Torre da Equipe - 17 de Janeiro de 2016 - 19:02 Editar

Voltando para sua torre, ele muda seu traje de volta ao normal e se encontra com Xalata e dizendo que a base era de Eletrono, assim sendo as fontes de Luciano não pareciam mais tão eficazes e uma dúvida ainda reinava, "aonde estava a equipe de apoio". Nenhuma pista foi encontrada por Arthur, e eis que o mesmo diz que irá tomar um banho quente por causa da rápida porém "negativa" (fria) missão. Porém antes que o herói possa se aquecer, um rosto conhecido faz uma visita calorosa; subindo pelo elevador estavam Caio Imota e um antigo amigo de Arthur e da equipe, Tonny Logan. Arthur se impressiona ao ver seu antigo amigo e o mesmo se impressiona em vê-lo, e pergunta como estava sendo comandar a nova equipe e Arthur diz que estava sendo prazeroso, mas a convesa dura pouco pois Arthur se ausenta e parte para seu quarto. Acontecendo isto, os outros cumprimentam Tonny e perguntam o porquê da visita, e ele diz que depois do incidente da Guatemala ele estava trabalhando sozinho e recentemente teve acesso à noticia que Arthur havia enlouquecido e se revoltado contra a Terra e queria averiguar com certeza, já que tal estilo não era comum para Arthur. Xalata diz que a equipe estava tendo problemas com um novo caso extressante, e os investigados estão armando para Arthur e quando a pergunta de quem eram é dita por Tonny, a resposta é clara: os novos alienígenas benfeitores, os Monomachíes. Tonny por sua vez não estranha, e diz que estava um pouco desconfiado da missão de paz dos mesmos e oferece sua ajuda quanto ao caso, que é obviamente aceita. Os três conversam entre si, mas Tonny é obrigado a se retirar por causa de um compromisso, mas diz que irá retornar em breve. Indo em bora, Caio pergunta se Tonny seria bem-vindo mesmo a ajudar, e Xalata responde dizendo que "uma nova ajuda é sempre bem-vinda" e parte para sua sala, deixando Caio sozinho.

New York - 18 de Janeiro de 2016 - 06:14 Editar

A atenção passa então para New York, que cedo já estava ativa com pessoas e carros passando rapidamente pelas ruas da cidade. Em seus celulares, as últimas notícias estavam falando sobre a reunião dos Monomachíes com Barack Obama e também um artigo especial falando sobre Arthur; logo todos os aparelhos se desligam de repente causando estranhamento em todos e em conjunto os carros param de andar de repente e assim que a pergunta sobre o que estava acontecendo surge, um rosto conhecido é visto seguido de uma medonha névoa de "ar". Quando a identidade do ser é perguntada, eis que uma explosão é jogada sobre os carros e se revela que era Arthur; então antes de mais nada todos fogem desesperados perguesidos pelo "ex-herói" que diz: "eu vim pagar o que vocês me deram! Temam pelas suas ações!". Assim várias explosões são causadas pelo "vilão" destruindo prédios, carros e matando várias pessoas desesperadas e alguns do sobreviventes aproveitam para tirarem fotos do acontecido, mas poucos restam para contar a história diante de inumeras explosões causadas. Após uma cena de destruição em massa, a única face vista é a de Arthur sorridente como um maniaco dizendo: "tenham medo de mi! Temam sobre meu poder!"; assim uma grande corrente de vento surge e quando se dissolvem levam junto o "antigo amigo da sociedade". Todos os que restam olham com espanto e medo e fogem logo em sequencia.

Nave de Exploração Monomachíe - 18 de Janeiro de 2016 - 08:29 Editar

Entrando na nave revelando um pouco de sua localização, está "Arthur" sorridente, mas rapidamente ele é barrado por dois guardas que estão prontos para levá-lo para prisão. Logo então uma voz feminina sai do corpo do herói fazendo com que os dois guardas o liberem por respeito, e assim ele anda pelos setores da nave até se cruzar com Centurio N'metanje que diz que "acha muita onsadia de Arthur entrar em sua própria nave e esperar que seja bem-recebido depois do que ele havia feito" e assim dito ele prepara-se para uma luta brutal, mas com mais uma vez a voz feminina é ouvida em um tom mais altoritário pedindo para "ele" passar; sendo assim N'metanje reconhece a voz e a deixa ir. Chegando no quarto "principal", lá estava Dyrand pensativo e assim que vê Arthur pergunta como foi a missão, e "o" mesmo diz que foi ótima como já esperavam, e assim o óbvio é revelado, quem na realidade estava na forma do herói era Dulcisuritia. Dyrand diz que o diálogo com as forças do planeta foi amistoso, e bastante útil para reforçar os laços da assembléia Monomachíe com o governo do planeta, e com a ajuda de Menasihati logo poderiam prosseguir com o plano 1-2; dito isso ele diz que está se preparando para conversar com Asvitymys Tisk, que está objetivado em desvendar os mistérios do planeta precisamente em sua composição, mas revela estar desanimado para fazer isto por conta da personalidade do mesmo; Dulcisuritia encoraja Dyrand a fazer tal diálogo por conta que isso seria um progresso a missão e eis que isto é decidido. P'rrepat Ginium de repente intenrrompe a conversa entre os dois dizendo que Eletrono havia contatado Dyrand, mas apenas deixou o recado que Arthur havia descoberto uma de suas bases no Alaska e ainda questionou a ausência da vugia da sentinela Monomachíe da localização. Após ouvir isto, Dyrand se apafora e então pede um favor à P'rrepat de se dedicar em estudar e vigiar Arthur e impedir o mesmo "mostre suas garras", e assim que a tarefa é aceita ele sai do local e diz que irá fazer uma pesquisa especial antes de ouvir a análise de Asvitymys; e assim deixa os dois a sóis. Dulcisuritia diz que poderia ajudar Ginium a liquidar Arthur, já que "não quer que nada intenrompa com a missão dos Monomachíes e a história preocupante de ter um inimigo poderoso que cada dia se prepara e obtem novas armas e informações para impedí-los de ter sua vitória sob sua raça"; Ginium então aceita a ajuda e diz que irá checar a base que foi invadida por Arthur e ia tirar conclussões a partir da ali e assim o mesmo sai da sala.

Torre da Equipe - 18 de Janeiro de 2016 - 10:12 Editar

Na nação Arenga, Will conta sobre o desastre em New York: "vários mortos em uma cena davastadora em New York, e como sempre a culpa é do inimigo enciúmado da nação, Arthur! Quando é que as autoridades enfim irão prendê-lo!, quando iram parar de defender este criminoso! Pelo menos isto mostra o quanto eu estava certo". Assim o televisor é desligado com Arthur e Caio o assistindo e o primeiro diz que já está cansado de tantos ataques verbais e o segundo sugere uma retratação para garantir sua imagem, e ele diz que não adiantaria pois uma luta social seria inútil. Arthur se levanta e diz que quer novidades no caso da equipe de apoio e indo até Xalata, ele diz que a áurea dos cinco não estão como dito anteriormente em lugar algum, mas Arthur insiste em uma resposta que não é obtida; assim sendo Arthur pede respostas quanto a pesquisa pedida sobre Eletrono e então é dito que o mesmo estava foragido há 3 anos, e mesmo com alguns crimes cometidos no qual ele foi identificado, nunca foi pego. Arthur pede resultados sobre a mapeação e ele obtém três supostos lugares onde os 12 heróins acreditam que ele possa se refugiar, e em dois deles já foram feitas uma busca e nada; assim Arthur pede as coordenadas do terceiro pois queria fazer a vigia ele mesmo e sendo passa, o herói se dirige ao teleportador vestindo seu traje de ação e indo até seu destino. Xalata vendo isso comenta com Caio o comportamento estranho de Arthur, e o rapaz responde que ele está objetivado em exclarecer o mistério dos novos visitantes e queria que tal acabasse logo, inclusive com tantos ataques verbais ou físicos que os inimigos fizeram; Xalata então mostra-se desconfiado de algo que não sabem que ocorreu em Pagsalakayorgan Isadong, e Caio diz que não está. Caio lê uma revista que está sobre a mesa e em pelo menos 2 minutos de intervalo, Luciano checa com uma tropa de soldados a preocura de Arthur. Caio se assusta e pergunta o porquê da imposição e Luciano bravo pergunta "onde está Arthur" com bastante força e o rapaz lealmente ao amigo diz que não sabe e ele revela que veio preender o agente até as suspeitas sobre ele serem exclarecidas e Xalata aparece e eis que o mesmo é questionado, e a resposta é a mesma. Os agentes vasculham o local e nada de Arthur, ao menos até Multi-Homem aparecer pressionado pelos soldados 12 heróins e quando questionado com firmeza por Luciano, eis que o homem revela que Arthur estava em missão para localizar a equipe de apoio. Frustado com a falta de lealdade da equipe de Arthur com ele, Luciano dá um tempo de 24 horas para o "ex-herói" aparecer, ou senão ele mesmo iria fechar a organização que ele criou e dito isso eles se vão. Os olhares vão para Multi-Homem que se defende dizendo que não havia porquê não revelar tal, já que se ele for inocente ele iria provar ao 12 heróin; Caio furioso questiona a falta de lealdade do agente com seu líder, e Multi-Homem se ausenta dizendo: "ninguém é seu líder". Assim a cena acaba com os dois olhando furiosamente a porta recém fechada pelo "colega de equipe".

Nova Zelândia - 18 de Janeiro de 2016 - 12:31 Editar

No país da nova Zelândia em uma zona não-identificada, Arthur recém-teleportado pisa no solo gelado do lugar e claramente nota a optação pelo clima de ambos os lugares e prossegue veloz para explorar o grande território que havia chegado. Arthur acreditava que as suposições sobre o lugar estavam certas, mas mesmo assim aciona o modo de mapeamento de seu Superomnitrix que mais uma vez não localiza nada, mas isso não desconcerta o herói lembrando da última vez. Assim ele caminha determinado por vários minutos em linha reta, sem direção, mas nada encontra; ainda esperansoso ele mais uma vez vaga pelas terras vazias e mais uma vez nada encontra. Assim ele se vê rodeado por um oceano o qual não se recordava, parecia que nada em terra poderia estar por lá, mas mesmo assim ele anda pelas beiras e nada encontra. Arthur então nota que um homem só não poderia ser o bastante para encontrar algo que nem sabe o que é, e então decide voltar até que ele tem uma intuição forte de entrar no lago, e a impulsividade toma conta e ele muda seu traje para o modo aquático e nada rapidamente ao fundo na esperança de encontrar algo; como o herói já havia treinado sua respiração, ele tinha mais capacidade de segurá-la que um humano qualquer, mas todo o esforço é em vão pois nada encontra e após 2 minutos de busca é obrigado a voltar. Nas margens, seu Superomnitrix é chamado e ao atender era Luciano furioso com o herói e o intimando à uma reunião sem-data, ou seja, era na hora que o herói escolher em um prazo de 24 horas; assim Arthur aceita e o comunicador é desligado. Arthur sabia que era sobre o caso Monomachíe, mas decide mais uma vez correr pelos campos em busca de algo, como se soubesse que tinha algo realmente lá. Ele corre selvagemente, e escala as montanhas próximas voando sobre elas e nada, mas sua determinação não se apagava e indo fundo nela, Arthur acaba perdendo sustento sobre sua massa e caindo ainda em vôo e mesmo que se segurava com seus poderes, ele acaba caindo violentamente causando uma cratera enorme em sua zona de pouso. Arthur se levanta ferido, mas nota que na terra havia placas de metal, enfim havia achado o que sua fé havia indicado; ele cava usando sua geocinese o local e remove com força todas as rochas entre ele e as placas de metal e encontra uma base subterrânia.

Ele entra na mesma e vasculha o local que por sua vez estava repleta de itens robóticos, peças de mecânica, e o principal: tubos de conversão de energia. Então era mesmo de Eletrono, e assim sendo Arthur conta as novidades para Xalata que enfim avisa da invasão de Luciano na torre e do gesto de deslealdade de Multi-Homem, algo esperado pelo jovem líder da organização. De repente um som é ouvido, e ao checar se depara em uma porta que separa a base subterrânia para uma maior aquática, e assim sendo eis que Arthur nada para procurar novidades. Nela ele vê movimentação robótica em produção de energia elétrica pela cinética, e essa energia era usada para armas esprementais de Eletrono; ele checa até uma sala e a água é eliminada por um filtrador. Lá ele têm acesso à computadores, e rápido decide chegá-los e assim obtém informações novas de um esquema complexo de Eletrono, mas ele tem acesso restrito aos arquivos por conta de uma senha e mesmo a hackeando, ele percebe que ações no computador eram registradas por programas especais do vilão; assim ele usa um dispositivo de armazenamento de arquivos semelhante à um "pen drive de espião" e guarda as informações. Satisfeito, Arthur guarda as coordenadas do local e foge, até ser visto por um dos robôs que avisa os outros que o perseguem. Arthur nadando (pois já estava em água) percebe seu erro, e manipula a água para causar pressão e destruir os robôs, mas ainda tinha outros. Mesmo no clima desisperador, Arthur consegue fugir e se teleporta do local, mas acaba deixando robôs ilessos para contar a história.

Torre da Equipe - 18 de Janeiro de 2016 - 13:10 Editar

Algumas horas depois, Arthur e Xalata estavam observando as novas informações que mostravam um esquema estratégico de bases pelo mundo para produção em massa de energia elétrica, muito mais do que Eletrono se alimenta, algo que suspeita a venda da mesam para outros vilões. Eletrono sempre foi um vendedor cheio de contatos, algo que respalda o pensamento, mas infelizmente somente a localização de uma base estava passa, desta vez na Suíça, mais um ambiente gelado. Arthur comenta a curiosidade de climas frios para bases, e Xalata cogita a possibilidade de aproveitar o clima para criar energia térmica, mas não coloca muita ênfase em sua teoria. Enfim os dois chegam ao acordo que Eletrono poderia sim estar associados aos Monomachíes, mas não havia provas para tal; os 12 heróins são questionados pelos dois como imprecisos, e Luciano é visto agora como um inimigo para equipe e Arthur comenta que eles poderiam estar errando tanto nas análises por vontade própria, e Xalata diz que talvéz eles não tenham contado tudo para eles. A deslealdade com a equipe é questionada, e Arthur percebe que Luciano não gostava de Arthur, pois não era a primeira vez que o agente havia armado algo para ele; mas Xalata diz que Luciano era bem profissional e ao mesmo tempo seco, algo que possa estar confundindo um pouco, mas Arthur mantém sua opnião. Assim sendo a conversa tem seu fim, e Arthur sai e se depara com ninguém menos que Tonny Logan, seu antigo amigo. Já recepcionado por Caio, Tonny diz que havia voltado pois queria falar francamente com Arthur e assim sendo os dois ficam a sóis.

Tonny rápido e direto pergunta sobre a destruição de New York, e a intriga entre ele e os Monomachíes. Arthur conta sobre o atentado e os ataques sociais feitos à partir de um transmorfo e Will Arenga que se leva nesta "linha", mas Tonny pergunta o porquê. Arthur releva que foi a serviço dos 12 heróins para o planeta natal deles, e viu a condição contraditória a que eles diziam e Tonny logo diz que Arthur precisava se retratar com a humidade, que mesmo com a razão todos estavam se voltando contra ele. Arthur diz que está indo atrás do fundo do esquema entre os Monomachíes e seu real desejo, e Tonny mais uma vez oferece sua ajuda, mas desta vez é negada dizendo que só ele pode resolver tal coisa. Infelizmente Tonny alega que Arthur está se comportando de maneira mais estranha desde a última vez que o viu, e acaba dizendo que ele está passando certa ideia que é o vilão mesmo, algo que intriga o rapaz. Tonny diz que poderia ajudar nas questões sociais de Arthur, mas o mesmo teria que se sujeitar a se retratar e até "jogar no jogo dos alienígenas" para contornar a situação e consequentemente fazer todos se voltarem contra os extrangeiros, e assim sendo Arthur aceita a ajuda de Tonny, mas pede que primeiro resolva sua missão pendente. Assim os dois voltam e Arthur se direciona para seu quarto, e Tonny Logan enfim revela à equipe que iria voltar a mesma, algo que alegra os integrantes.

Ponto 39 - 18 de Janeiro de 2016 - 22:10 Editar

No ponto 39 está Eletrono em uma reunião com alguns membros da associação irritados com o que ouviram anteriormente, lá estavam o anfitrião, Mistério e Gênio do Mal. Mistério toma avante na sala tumutuada dizendo que "não tinha dinheiro para bancar o projeto Monomachíe, ainda mais com as imperfeições que estão claramente sendo mostras"; dito isso Eletrono diz que não concordava com o plano de contratar Will Arenga, mas infelizmente os Monomachíes passaram sobre a opnião dele e cometeram tal desnecessáriedade. Mistério então levanta da mesa e diz que se for o caso vale mais apenas a assosiação tomar conta do "jovem rival" garantindo segurança as forças de outro mundo, mas é contrariado por Eletrono dizendo que nem tudo poderia ser tão fácil e que Arthur era poderoso, afirmações ignoradas por Mistério. No túmuto de palavras fãs Gênio do Mal toma partido na discussão alegando que tinha como adiquirir tal quantia em dinheiro, mas ia ser em forma de um pagamento para todos os privilégios com a associação e imunidade política e segurança feita com total cuidado com ele, ainda dizendo que o resto seria dado como um presente e assim a discussão se cessa. Eletrono pode confirmação e o vilão diz que suas fontes dão para pagar a enorme quantia só precisava de tempo e assim a dúvida ainda resta, e o que fazer com Arthur. Mistério sugerre uma invasão ignorada por Eletrono que diz que os Monomachíes ao menos tem o elemento surpresa e atentado Mistério insiste que eles poderiam matar de uma vez por todas Arthur. De repente um som é ouvido que gera um susto em ambos e um raio cego disparado pelo anfitrião, o som era uma chamada vinda de ninguém menos que os Monomachíes, lugar de origem: Súiça. P'rrepat Ginium estava na linha pedindo liberdade para circular pela base gelada da assosiação para o encontro conclussivo da missão primária e eis que é permitido por Mistério, e assim a chamada é desligada. Eletrono não demora ao assimilar a última invasão de Arthur com o ponto em que eles entraram, era o mesmo e um encontro eminente estava claramente sendo marcado. Mistério diz que ao menos Arthur seria morto e mesmo com a confiança do aliado, Eletrono não cala a voz ao dizer que eles não eram tão potentes quanto diziam e em meio a uma discussão de otimismo entre Mistério e Eletrono, o último se levanta e diz que irá para lá pelo menos para ter certeza que Arthur seja morto no ponto, e assim a reunião é encerrada.

Eletrono parte para os computadores e estuda o mapeamento central e assimilando com o que supostamente Arthur sabia, um plano parecia estar sendo formado. De repente quando o vilão se afasta, uma sombra negra rápida e agil checa até o computador e usando um aparelho desconhecido ele hackeia o computador e obtem um mapa imenso da planta da base da Suíça, e a vendo no computador, ele fica contente em ver o progresso, mas não decide seguir o inimigo decidindo ficar na base deixada pelo mesmo.

Torre da Equipe - 19 de Janeiro de 2016 - 00:12 Editar

Na torre da equipe estavam Arthur e Xalata, ambos discutindo sobre a próxima missão de Arthur desta vez na Suíça e mesmo que desconfiado de um fracasso ou um resultado óbvio, o último parecia concordar com a esperança do herói. Não demora muito para o portal ser aberto e um aviso de cuidado ser dado por Caio Imota, mas corejoso Arthur prossegue fielmente nas coordenadas adquiridas.

Suíça - 19 de Janeiro de 2016 - 02:34 Editar

Desta vez ele já pousou à poucos metros da base que era clara e ativa, repreta de combustores de energia e assim sendo ele processegue em busca de ver sua esperança "materializada". A cena se passa logo para dentro da base cercada de robôs e uma construção central estava sendo habitada, lá estavam Dyrand Statheróti̱ e Menasihati entrando e vendo passar vários tipos de lacaios robóticos e as construções de armazenamento de eletricidade, espantoso para Menashiati mas não para Dyrand. Chegando ao local citado anteriormente, os dois se deparam com a grandessa em tecnologia e espaço de seu interior, mas é notável que não são os únicos Monomachíes do local. Vários soldados circulavam por lá, e andando pelos corredores metálicos ele chegam até um laboratório cercado por água morna e um Monomachíe sentado e impaciente os aguardava, era Asvitymys Tisk, quem estavam preocurando. Antes de quaisquer formalidade o Monomachíe questiona o atrasso dos dois dado logo após como inexistente, e após isso uma simples saudação é trocada; Dyrand diretamente e objetivamente pede novidades no projeto e presquisa de Tisk que após um auto-elogio diz que estava indo muito bem, e que as pesquisas sobre as fontes naturais do planeta de riquezas "supremes" estava indo bem até demais e a variedade molecular de certa forma impresiona o pesquisador dizendo que a Terra era muito primitiva comparando com Pagsalakayorgan Isadong e Dyrand concorda. Menashiati pergunta a Tisk o que era o líquido que os cercavam e Asvitymyys o presiona dizendo que ele já tinha acesso a essa informação e critica Dyrand por traze-lo com sigo e Dyrand se defende dizendo que Menashiati era ser leal companheiro, mas as criticas não secam por Tisk dizendo que não. Dyrand pede respeito com ele ignorado pelo pesquisador dizendo que matá-lo seria uma "burrice" para a sociedade Monomachíe e Dyrand pergunta o porquê, e o contra-atacante hesita em responder. O líder então ordena a resposta à Menashiati e eis que é respondida: "é água"; uma pergunta mais objetiva é exigirada à Asvitymys que responde sarcástico que não é preciso ordenar já que sua obrigação já é responder suas perguntas, e assim sendo o Monomachíe diz que a "acqua" era um componente energético puro originário de Pagsalakayorgan Isadong e que como já pensava também existe no planeta, e a combinação que forma a vida é o elemento mais preciso do sistema e diz que vale muito em seu planeta natal. Dyrand e Menashiati se impressionam ao saber da notícia e Dyrand pergunta se há como reproduzir a "acqua" e o pesquisador diz que "sim, só precisava de tempo".

Paralelamente a isso, Arthur escalava invisível pelos prédios da base e via os robôs carregando aparelhagens de máquinas conversores e assim sendo se interressa ainda mais pela base, mas seu objetivo com a equipe de apoio é mantido. Logo o centro o chama atenção e logo pensa que o dono foragido do local estava lá, e lá estavam seus membros sequestrados; logo pegando pensando parado ele logo se surprieende quando quase pe visto por um robô e assim um outro desta vez humanóide o encontra e uma perseguição silenciosa ocorre; ele o persegue até um setor de cargas e fugindo por elas estava o herói que uma hora se vê preso e incurralado, mas a reação rápida o salva; o rapaz se transforma em Calafrio. Atravessando as caixas invisíveis ele se tira a atenção do robô e vôa pelo local até entrar na base central. Ainda nela, estavam Dyrand e Tisk de onde sua última fala havia sido dita, e assim Dyrand diz que queria que a riqueza do local deveria pertencer a origem e isto acabaria com todo o propósito da missão e a invasão seria desnecessária e Asvitymys questiona o pensamento do líder dizendo que os humanos precisavam perecer ao poder Monomachíe, e que a água era de valor infinito para eles e morreriam sem elas. Dyrand o questiona dizendo que o que disse estava certo até que ele percebe algo e vira o olhar, até que Tisk diz que a opnião leviniana de Dyrand era muita para tal cargo. Menashiati defende o líder dizendo que mesmo que muita ainda não era páreo para o senso de liderança e vitória que a família Statheróti̱ tinha em seus eus. Dyrand nota uma presensa estranha no local e vira o olhar de novo e um sorriso pode ser visto, e ele então pergunta para que tanta acqua os cercando e Tisk diz que obviamente para análise. Do outro lado, os presentimentos de Dyrand estavam certos era Calafrio que os observavam silencioso; a conversa entre o líder e seu pesquisador torna-se mais imprecisa e até mesmo boba causando um nervosismo no segundo, mas por hora pois o herói ao perceber a presença do líder Monomachíe se aproxima do que estava vendo e o que há de vir era óbvio. Em uma rápida reação, o líder dispara um soco ao ar que causa um violento impacto nas paredes e imprecionando os outros dois era Arthur como um Necrofriggiano.

Arthur se levanta e os dois se olham cara-a-cara pela primeira vez, de um lado o líder da equipe e do outro o líder dos Monomachíes. Dyrand enfurecido diz que sabe quando alguém está o espiando e o herói então se levanta e pergunta se ele era o líder Monomachíe e a resposta clara é ouvida: "sim". Dyrand repete o nome de Arthur várias vezes e diz que este nome não o saiu da cabeça há dias e que já estava cansado dele, e Arthur diz que os Monomachíes também foram uma pertubação. Assim sendo os dois se aprensentam um ao outro com um jogo de indiretas após de ambos os lados. Dyrand inicialmente pergunta a Arthur como foi a visita do mesmo à Pagsalakayorgan Isadong e o herói responde que a viagem foi incrívelmente exitante e tal acontecido foi divinamente marcante para si, e Dyrand mostra falsamente feliz ao ouvir isto e anda diz que ele poderia voltar sempre que quizer; logo então Arthur pergunta qual era o propósito inesperado do encontro entre os dois e Dyrand diz que esta era apenas uma hamistosa base do governo da Terra e o herói diz que parecia ser de Eletrono, e enfim Dyrand diz que é composta de tecnologia roubada. Após isto as mentiras são postas de lado e o alienígena admite que tem relações com Eletrono, mas oferece uma aliança entre os Monomachíes e Arthur em troca do infinito poder ou quaisquer desejo que o herói teria e ele bravamente recusa a oferta. Dyrand então se mostra que a única saída então era uma morte rápida ao invés do luxo e assim sendo Arthur o desafia a tentar, e Dyrand diz que era o que estava esperando e parte para o ataque. Paralelamente a isto pode-se notar um olhar atento mais silencioso de Menashiati na batalha e Asvitymys Tisk sai do local apenas levando um estranho artefato nas mãos. Assim os dois líderes se confrontam pela primeira vez, e as forças supremas são desiquilibriadas, ou seja, Dyrand é mais forte que Arthur o derrubando facilmente na água. Calafrio então congela toda a água e sai do nada com um supro tão frio que congelou e quebrou o metal que servia de chão, mas é socado mais uma vez por Dyrand que o arremessa longe de onde ataca seu adversário. Lembrando-se da luta com N'metanje, Arthur desiste da força e se disfarça na matéria, e de repente congela Dyrand por dentro, mas sem resultado mais uma vez o herói é jogado longe pelo vilão. O alienígena diz que pensava que o adversário era um valente lutador, mas se impresiona com o tão fraco poder dele e diz que "sua preocupação era ridícula e desnecessária assim mesmo como tê-la, atitude que será facilmente paga com a bravura de seus ataques"; assim sendo Dyrand salta e cai com um soco que desestabiliza o local fazendo-o desmoronar, e assim saindo dos escombros formados o vilão se depara com a clara fuga de seu adversário provando que ele era o mais forte. Assim ele se dirige à Menashiati e os dois partem do local satisfeitos. Arthur por outro lado estava ferido e volta ao normal antes que se deparrasse com os robôs de Eletrono, que são facilmente derrotados pelo mesmo usando sua pirocinese. Mesmo com o fracasso, Arthur ainda não estava desesperançoso e se teleporta de volta sendo fracado por Eletrono que observava tudo do alto de um prédio.

Torre da Equipe - 19 de Janeiro de 2016 - 11:30 Editar

Mais tarde na torre da equipe estava Arthur, Xalata, Caio Imota e Isabella presentes reunidos já em uma conversa que fala sobre o recente acontecido: o confronto entre Arthur e Dyrand Statheróti̱; Arthur admite que os Monomachíes são uma espécie bem forte e Caio no caso aconselha a usar alienígenas mais fortes ainda como Enormossauro ou Gigante, mas o conselho é despresado já que a estratégia é melhor que a força, ainda mais contra eles. Xalata concorda e nisso re-lembra Arthur do que ele teria que presenciar posteriormente, uma reunião com Luciano para exclarecer os ataques passados, mas o herói não estava esquecido e sabia que se certa forma o ex-aliado acabou se voltando contra ele, mas ele não entende muito bem como. Arthur se entristesse de nem siquer ter conseguido preocurar bem lá para descobrir novidades sobre a equipe de apoio, mas ...

Eventos Importantes Editar

Personagens Editar

Transformações acionadas Editar

Vilões Editar

Curiosidades Editar

Citações Editar

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